Breve reflexão para divulgar a Guerrilha do Bom Humor ;)

Essa é breve mesmo, porque estou bem cansada por causa das apresentações de hoje em Santa Maria.

Bastidores - O Esquadrão se preparando para ganhar as ruas.

Bastidores – O Esquadrão se prepara para ganhar as ruas   Foto de Natasha Padilha.

Bom, eu venho pensando sobre as coisas que escrevo e publico aqui, sobre as coisas que não escrevo e gostaria de publicar e, para variar só um pouquinho, no nosso trabalho. Meu último depoimento por aqui gerou muitas observações, todas elas muito legais. Muita gente se emocionou e eu fiquei feliz com isso porque, no final das contas, eu estava emocionada e consegui, através de um texto, atingir as pessoas com esse sentimento. Só que nem tudo são flores…

E eu dizendo que seria breve. Hoje, em uma das apresentações, dentro do Restaurante Comunitário de Santa Maria, depois de termos pegado uma chuva do lado de fora, ouvi uma senhorinha com a bandeja na mão dizendo: “_ Ai, meu Deus, ficar comendo com esse barulho não dá, né?” Hahaha! Detalhe: o barulho era o Esquadrão da Vida falando um texto do meu pai, o Ary Pára-Ráios, que diz mais ou menos assim: palhaço não é ministro, mas tem ministro palhaço! Hei de concordar com ela, durma-se com um barulho desses! Será que estaríamos sendo muito panfletários?

Fico com medo de escrever e sempre parecer poética, até ingênua, acho que é isso. O fato é que às vezes é uma merda. Não pela reação das pessoas, mas pelo trabalho hercúleo que é esse que a gente resolveu fazer. Pela falta de apreço (mais uma vez ressalto que esse apreço não tem a ver com a reação público, nosso público de coração escancarado). Pela brutalidade que avança na delicadeza, sem deixar espaço para a sensibilidade. Pela gestão pública e também pela  gestão privada que querem apenas dizer que seu espetáculo foi bancado por elas, colocando um banner, ou uma faixa ou um carro de som, mesmo que isso não tenha nada a ver com o espetáculo. E mesmo que eles não estejam nem aí para o que está sendo feito.

Ah, sei lá…

Quem tiver a oportunidade de ver a gente amanhã, apareça! Estaremos em Itapoã, às 11h e às 14h na festa de aniversário da cidade. E, como sempre, esperamos que a sutileza avance na brutalidade. E daí, a gentileza e a delicadeza, que tantos prezam, aparecerão.

Um beijo,

Maíra

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Pensando sobre o Esquadrão…

Maíra cumprimenta o senhor fascinado

Depois de nossas apresentações na Candangolândia, dias 11 e 12 de maio de 2012, fiquei pensando muito sobre o Esquadrão da Vida. Na apresentação de sábado, especialmente. Para mim, houve um momento muito emocionante e em nada muito diferente do que acontece geralmente, quando estamos nos apresentando com nossa Guerrilha do Bom Humor em lugares onde Teatro e Arte são artigos de luxo, ou melhor, são praticamente inexistentes. O contato direto com as pessoas é comovente. Estávamos tocando, cantando, andando. Estávamos em cena, frente à frente com o público, formado por moradores de rua, bêbados, loucos, feirantes, crianças, vendedores ambulantes, senhores e senhoras, candangos que fizeram essa nossa cidade que tanto amamos e para quem fizemos este espetáculo. Essa proximidade com as pessoas foi que me bateu de repente, este foi o momento (que não é um momento específico, mas  O momento, entendem?). Tão forte, tão presente, tão real. Mais real inclusive do que as adversidades, do que os questionamentos. Me pergunto agora, passada a emoção do momento (mas continuada pelo próprio refletir) o que é que vale nessa vida. O que é importante, para mim, na Arte. Por quê insisto com o Esquadrão. Fico pensando que o nosso trabalho é aquele de formiguinha mesmo. Muitas  vezes me vejo na agonia imposta por editais, pela sociedade, pelos colegas artistas, pela própria pressão do fazer artístico, que na maioria das vezes está vinculado ao número de pessoas que assistem seu espetáculo ou que tem acesso a ele. Como se um show de uma dupla sertaneja, de uma cantora de axé ou o que valha, tivesse um valor inegavelmente maior do que uma pequena apresentação de teatro em uma pequena feira de uma cidade-satélite do DF. Quer dizer que se tivessem 2.000 pessoas assistindo a Guerrilha do Bom Humor ela teria mais valor por isso? É um pensamento filosófico sobre a função da Arte, eu sei, mas ao mesmo tempo percebo o quão presente ela está no cotidiano e na rotina do Esquadrão. Ao mesmo tempo, sei que se acaso estamos usando dinheiro público, quanto mais pessoas ‘atingirmos’ (que termo é esse, né, minha gente?), melhor. E é bom quando tem um monte de gente vendo nosso espetáculo. Mas é igualmente bom também quando sentimos que tocamos uma pessoa. É revolucionário, é transformador.

Não é difícil perceber alguns olhares de desconfiança e desapreço por parte dos fazedores e entendedores de arte em Brasília em relação ao nosso trabalho (até hoje tem gente que fala: os meninos do Ary! Hahahaha! Detalhe que eu tenho 35 anos, Adriana tem 36, Andréa, 37! Mas não deixamos de ser os meninos do Ary, né?) Em alguns momentos da nossa trajetória, eu mesma me peguei pensando: para quê fazer isso, tem um monte de gente aqui que não está nem aí pra gente! Ai, ficar passando por boteco, cheio de gente bêbada, a música no talo, a televisão ligada passando vale-tudo e a gente aqui, dizendo “quem mata a mata se mata”! Como assim? Percebo o quanto de preconceito vem carregado à essas questões. Como se as pessoas não fossem aproveitar o tanto quanto poderiam se estivessem ali para nos assistir, se estivéssemos todos dentro de um teatro, por exemplo. Como me engano, como se enganam, como nos enganamos. Não é essa pois, a razão inicial de irmos para a rua? Para que todos, e eu digo TODOS, tenham acesso àquilo que poucos tem? Não é por não estarmos no teatro que não somos atores, não é por estaramos vestidos de palhaços, que somos do circo (e não falo isso como se o circo fosse uma coisa menor, muito pelo contrário, ele também é nossa inspiração). E como assim? Só sendo de circo para que as pessoas compreendam o que estamos falando? Ou melhor, para que elas se sintam tocadas e, por isso mesmo, transformadas? Que preconceito é esse de achar que aquele público específico não vai entender o que estamos falando? E por quê temos que entender tudo? Quando vamos começar a sentir? Eu senti quando um senhor me olhou, lá na Candangolândia (e estávamos falando um poema/rap do GOG, aquele A PONTE, que fala sobre a Ponte JK, aqui de Brasília), pegou na minha mão, beijou e me agradeceu, colocando a mão no coração. Depois, com uma cara de felicidade que me deu até vontade de chorar e que eu gostaria que você que está lendo tivesse visto (meu pai, o Ary Pára-Raios, nesse momento do meu texto diria para eu deixar de ser piégas), me deu um pedaço de requeijão lá da feira, como forma de agradecimento. Eu, que estou evitando comer queijo e além de tudo estava cantando e fazendo acrobacia, comi com toda a satisfação desse mundo. E agradeci a ele e à vida, por me proporcionar momentos como esse.

Quero escrever muito mas poucos tem tempo e vontade de ler muita coisa. Então termino por aqui, convidando a todos para assistir nossa Guerrilha do Bom Humor, que esta semana vai estar na Vila Telebrasília, dia 17/05, às 19h e no dia 19/05, às 10h, na Praça da cidade.

Apareçam, a entrada e o coração são francos!

Um beijo,

Maíra

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Guerrilha do Bom Humor – Se você não vai ao teatro, o teatro vai até você!

O Esquadrão da Vida brinca com JK.

Por essa Juscelino não esperava!

Amigos,

depois de muito tempo, voltamos por aqui. É que os afazeres e demandas do trabalho foram nos tirando da vida virtual… Sabemos que isso é ruim para nós, mas vamos tentar corrigir o erro, ok?

Essa semana, mais exatamente amanhã, começamos um novo projeto: GUERRILHA DO BOM HUMOR – Se você não vai ao teatro, o teatro vai até você! Nos apresentaremos em seis cidades de Brasília, vai ser muito legal! Confiram aí as apresentações:

Riacho Fundo II:

  • dia 4, às 11h e às 14 h – em frente ao Restaurante Comunitário

Candangolândia:

  • dia 11 – às 20h30 ( evento da cidade)
  • dia 12 – às 10h – Bosque

Vila Telebrasília:

  • dia 17/05 – às 19h na Praça
  • dia 19/05 – às 10h na Praça

Santa Maria:

  •  dia 25/05 às 11h e às 13h. Em frente ao Restaurante Comunitário.

Itapuã:

  • dia 26/05 – às 11h e às 14h - Festa de Aniversário da cidade

Estrutural:

  • dia 03/06 às 10h, nas casinhas ao lado do lixão
  • dia 05/06, às 17h, na Praça Central

A gente adora se apresentar com a Guerrilha nas cidades-satélites, sempre tão acolhedoras… Apareçam!

Um beijo grande,

Esquadrão da Vida

O projeto Guerrilha do Bom Humor – Se você não vai ao teatro, o teatro vai até você! foi patrocinado pelo FAC/DF – Fundo de Apoio à Cultura do DF.

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O FILHOTE DO FILHOTE DE ELEFANTE na SQN 403/404

O Filhote do Filhote de Elefante

Gabriel Preusse, o filhote de elefante e Maíra Oliveira, a bananeira.

Oi, gente!

Tudo bem?

Voltamos do Acre cheios de vontade de mostrar a nova montagem de O FILHOTE DO FILHOTE DE ELEFANTE em Brasília. Resultado: nos apresentaremos neste domingo, dia 05 de fevereiro de 2012, às 17h, lá na SQN 403/404. Na verdade, não é uma bem na entrequadra, mas é que a gente vai  ‘armar nossa barraca’ na quadra de esportes bem na entrada das duas quadras. Vai ser facinho facinho de nos encontrar!

Apareçam, porque a entrada nunca foi tão franca. E como dizemos sempre, não é só a entrada que é franca, os atores são franquérrimos também! Ah! E quem quiser, dá uma olhada no depoimento da Maíra, diretora do grupo, aí embaixo, porque você vai entender um monte de coisa sobre a apresentação!

Um beijo grande!


No dia 13 de dezembro de 2011, quebrei meu pé em um ensaio do Esquadrão da Vida. Foi um movimento acrobático simples, mas mesmo assim meu pé não agüentou e o resultado foi dois meses sem colocar o pé direito no chão. Ainda estou em tratamento, na verdade. O acontecimento gerou muitos questionamentos a respeito do trabalho, da história do grupo, do envolvimento que eu tenho, inevitavelmente, com o trabalho criado por meu pai, Ary Pára-Raios. Eu não podia acreditar que aquilo estava acontecendo comigo e com o grupo, pois tínhamos apresentações marcadas e uma viagem pela frente. Em janeiro de 2012, iríamos participar do VI FESTAC – Festival de Teatro do Acre, em Rio Branco. Quebrar o pé, naquele momento tão delicado, quando substituíamos duas atrizes, quando o grupo se questionava  sobre os rumos que estava seguindo, parecia uma brincadeira de mau gosto do destino. Afinal de contas, o ano de 2011 vinha sendo um ano difícil, as relações do grupo estavam desgastadas por uma série de razões, estávamos ensaiando em um lugar inadequado, não havíamos conseguido ‘emplacar’ nenhum projeto nosso, o grupo faria 32 anos em 31 de dezembro de 2011 e ainda assim não tinha o reconhecimento financeiro merecido.  Além do mais, não apresentávamos nosso O FILHOTE DO FILHOTE DE ELEFANTE desde o final de 2010, o que nos deixava um pouco inseguros quanto à encenação. Enfim, era um momento de fragilidade, que aumentou com a fratura no meu pé.

O bom disso tudo (e o lado bom das coisas acaba sempre aparecendo), é que essa mesma fratura gerou muitas outras possibilidades também. Quando estava esperando para colocar o gesso no hospital, cogitei, por um breve momento, desistir de fazer o espetáculo e de continuar. Só que essa possibilidade foi tão triste para mim que percebi que o melhor era seguir em frente, com o pé quebrado, mas com a certeza de que resolveríamos tudo. O apoio incondicional do grupo foi importantíssimo e, no mesmo dia, liguei para João Antonio, ator, amigo de longa data e assistente de direção da nova montagem, e conversei com ele sobre a minha vontade de fazer o espetáculo. Sabia que seria um grande desafio e falei sobre a necessidade, que agora era maior, de sua ajuda para dirigir o espetáculo comigo, já que eu achava que um olhar de fora seria essencial naquele momento (na verdade, eu já vinha sentindo essa necessidade de ter alguém para me ajudar há um bom tempo). A partir da resolução de que faria o espetáculo, tudo mudou. Fomos tomados pela chance de nos reinventar, nos adaptar às circunstâncias, fossem elas quais fossem. No dia seguinte, já estávamos ensaiando e, no mesmo dia seguinte, já percebemos como aquilo estava sendo bom para nós. Tudo isso fez com que percebêssemos, também, que a história do Esquadrão da Vida e seu modus operandis mostravam que não devíamos nos preocupar tanto. Essa mesma história era a garantia de que a continuidade do espetáculo e sua encenação fossem ainda mais instigantes e gostosas, pelo menos para nós. O pé quebrado permitiu que a brincadeira aumentasse, que nos divertíssemos mais em cena e que o desafio que o destino nos impunha fosse rapidamente ultrapassado, fazendo com que encontrássemos novos desafios.

Assim, viajamos para Rio Branco no dia 13 de janeiro, lá nos apresentamos e afirmamos ainda mais nossa história, iniciada há 32 anos atrás. Aliás, este foi um dos comentários mais presentes do público acriano: como nossa história estava presente na forma como nos apresentamos. E como essa forma era diferente. E como todos se esqueciam, durante a apresentação, de que meu pé estava quebrado. Isso foi uma conquista muito grande para o grupo. Quando voltamos para Brasília, na semana passada, não conseguimos deixar de pensar que não podíamos, novamente, ser dominados pelas circunstâncias não favoráveis, já que nossos problemas, anteriores à fratura do meu pé, ainda estão aí.  Decidimos então, nos apresentar com O FILHOTE DO FILHOTE DE ELEFANTE em uma super quadra, super legal, como é nosso costume. Queríamos compartilhar com o público daqui de Brasília essa conquista.

E, para mim, essa foi a melhor forma de fazer um release para que a divulgação do nosso espetáculo neste domingo, dia 05 de fevereiro, tivesse mais força: com um depoimento extremamente pessoal, que mostrasse a nossa vontade e nossa alegria de poder se apresentar em Brasília. Com a esperança, sempre renovada, de que essa apresentação se imponha como uma nova conquista: um ano que nos renda mais trabalho e bons frutos!

 Maíra Oliveira

O Filhote do Filhote de Elefante em Rio Branco, no VI FESTAC.

Apresentação de O Filhote do Filhote de Elefante em Rio Branco, no VI FESTAC.

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Valeu Rio Branco!!! E vamo que vamo 2012!

dia 18/01/2012, começamos bem o ano!

Apresentação de O FILHOTE DO FILHOTE DE ELEFANTE no Acre, VI FESTAC.

Acabamos de chegar do Festival de Teatro do Acre. Cara, tô super feliz de ter participado do festival. Fomos muito bem recebidos, bem tratados, a organização é maravilhosa, a preocupação dos organizadores para que o festival seja o melhor possível é muito clara e isso faz a diferença. Sem falar do povo de Rio Branco muito carinhoso, nos receberam de braços abertos. A programação estava bem diversificada, grupos com propostas estéticas bem diferentes, teatro de rua, teatro dentro do teatro, debates, oficinas, seminários.

Depois de uma difícil e, por conseguinte, desafiadora remontagem de O Filhote do Filhote de Elefante, com elenco novo, atriz com pé quebrado e tendo textos, acrobacias e movimentações de cena para dar conta, acho que conseguimos fazer um bom trabalho. Maíra compartilhou a direção com o João Antônio, uma vez que ela estava em cena e o olhar de uma pessoa de fora para orientar melhor a construção do espetáculo é essencial, para nós.

Dia 18/01/2012, uma quarta-feira, apresentamos o FILHOTE no festival, o espaço era lindo, o Mercado Velho de Rio Branco, muitos espectadores, muito calor, sem a chuva que ameaçava prevalecer o dia todo mas, para nossa alegria, cessou ao meio dia. A apresentação aconteceu de noite, às 19h, o que não é nada normal pra gente, preferimos fazer os espetáculos na rua de dia. De qualquer forma foi uma interessante experiência apresentar pela primeira vez com o Esquadrão na rua, de noite e com refletores na cara.

Foi a primeira vez que o Esquadrão se apresentou no Acre e adoramos a experiência!

Agora estamos de volta a Brasília. Vamos ver o que acontece esse ano. Espero que muitas coisas boas e enriquecedoras.

É preciso se reinventar para superar.

Beijo grande!

Vinícius

Valeu, pessoal!

Apresentação de O FILHOTE DO FILHOTE DE ELEFANTE no Acre, VI FESTAC.

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Esquadrão da Vida no VI FESTAC

Jantar de ontem em Rio Branco.

Olha a felicidade de todos!

Oi, gente!

É com muita alegria que voltamos a escrever em nosso blog. Estamos em Rio Branco, no Acre, para participar do VI FESTAC – Festival de Teatro do Acre, que tem uma programação extensa de teatro, tanto na rua quanto de palco convencional. Chegamos no dia 13 de janeiro e ficaremos aqui até dia 21. Apresentaremos O FILHOTE DO FILHOTE DE ELEFANTE de cara nova, com a diretora de pé quebrado e duas atrizes que estão chegando agora no espetáculo: Tatiana Carvalhedo e Andréa dos Santos. A apresentação será dia 18 de janeiro de 2012, às 19h, lá no Mercado Velho. Antes da apresentação do Esquadrão, tem Manjericão, grupo de teatro de rua do nosso amigo Márcio Santos, lá do Rio Grande do Sul. A programação está aí embaixo e acima vocês podem ver a gente de cara limpa. Mas pode deixar, que em breve tem mais foto colorida!

Esperamos vocês! A entrada é, como sempre, super franca!

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Nós vamos invadir sua praia!

O Filhote do Filhote de Elefante, 2010. Estreia. Foto de Júlia Pacheco.

O Filhote do Filhote de Elefante, 2010. Estreia. Foto de Júlia Pacheco.

Hoje, dia 31/12/11, comemoramos e festejamos nosso 32o. aniversário. Agradecemos, do fundo do coração, o carinho e força que nossos amigos, parceiros, espectadores (voluntários ou não), sempre nos deram. Sem eles não estaríamos comemorando. Muito obrigada a todos nossos amigos, virtuais ou não. Estaremos sempre torcendo e lutando por um mundo mais justo. E que venham mais 32 anos!

Esquadrão da Vida

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