Passando pela UnB

Como foi postado aqui, quinta dia 08 nos apresentamos na UnB. Foi uma apresentação meio atípica pois não estava programada, aconteceu para filmagens de um programa de tv sobre o Esquadrão que, aliás, acabou não acontecendo. Ao meio dia tudo tinha que estar pronto para podermos sair com a Guerrilha do Bom Humor, nosso tradicional cortejo antes das apresentações do Filhote. E assim foi, 12:00 tudo pronto, e lá fomos nós.

Todo o grupo tem uma intimade com a UnB, Joana, Caísa, Rosana e Maíra se formaram lá em artes cênicas, eu sou estudante do mesmo curso, o Gabriel é estudante de música. Confesso que no início fiquei um tanto nervoso, por ser estudante da universidade, por ter muitos amigos ali que iam assistir, por alguns estresses durante a preparação para a apresentação, enfim. Mas o negócio é não esquecer de respirar, barriga pra dentro, peito pra fora, sorriso no rosto e mostrar mais uma vez o nosso trabalho e fazer lindamente e ainda mais feliz, como tem que ser a cada dia.

Segundo registros do site da UnB tivemos um público médio de 400 pessoas. Um público jovem, caloroso. Já comentei antes sobre o quanto é instigante essa diversidade do público a cada apresentação, mas acho que o cuidado que temos que ter é não ficar refém da platéia, ter mais ou menos presença, força, empenho de acordo com o público. Esse tem sido um dos assuntos das nosssas discursões, é fácil incorrer nesse erro então o negócio é ficar bem ligados nisso.

Depois de desmontar tudo, conversar, fiquei pensando muito sobre algo que tenho pensado bastante ultimamente e que, talvez, quem trabalha em grupo já se prguntou: é justamente a dificuldade de trabalhar em grupo. A sensação que eu tenho é de matar um leão por dia, sei lá, parece meio como um casamento…

é um desafio ferrado saber lidar com todos os colegas, lidar com a direção, ainda mais quando se tem um convivio tão grande. Imagina, quando tem apresentação passamos praticamente o dia inteiro juntos, quando não tem estamos ensaiando 5 horas por dia, fora reuniões de produção. Mas continuo acreditando que a resposta para essa questão é o próprio trabalho, ele é o que nos motiva a estar juntos, aguentando um ao outro, tentando encontrar respostas para tantas questões que nos deparamos. No momento que esse mote acabar, acabou.

Anúncios
Esse post foi publicado em Depoimentos, relatos e afins.. Bookmark o link permanente.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s