Último dia da temporada “Quando o Coração Transborda”

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Olhar emocionado de Maíra em cena, capturado pelas lentes de Nityama Macrini.

Mais uma vez, a Maíra Oliveira escreve sobre o “Quando o Coração Transborda”:

“hoje é a última apresentação dessa pequena temporada do “Quando o coração tranborda” lá no teatro de bolso da companhia da ilusão. eu fico num misto de tristeza e alegria, porque não quero deixar de me apresentar e, ao mesmo tempo, fico feliz com o que tenho conquistado a cada apresentação. conquistas em vários níveis. nessa temporada, incrivelmente, estou saindo mais leve das apresentações, o que não acontece normalmente… fico muito mexida com as reações das pessoas que me assistem… é estranho… fico lisonjeada, é claro, mas também tenho que lidar com uma energia muito forte, que também é a energia que ofereço. papo de hippie, né? eu acho que eu sou meio hippie… nas minhas lembranças de facebook, topei com essa foto da Nityama Macrini, de uma apresentação do ano passado, lá no varjão. e fiquei refletindo sobre meu olhar nessa imagem, que foi tirada durante o espetáculo. meu olhar brilhante e emocionado. e daí me emocionei. e tem sido assim, e tem sido assim… é ruim mas é bom, não sei explicar. porque não é fácil, minha gente. mas ao mesmo tempo, é o que tem que ser. e resolvi escrever aqui esse textinho confuso só pra convidar a quem ainda não foi ver o espetáculo a aparecer no teatro hoje. vale a pena, meus amigos. eu sei que tem gente que não tem saco pra teatro, eu sei. mas isso é besteira, porque qualquer coisa que é feita com amor e sinceridade, é cativante. e a gente tá precisando disso. de nos cativar. de, juntos, enfrentar esse mundo véi sem porteira, porque o negócio não tem sido fácil. então hoje, você que me lê tem a oportunidade de fazer isso comigo. sou, panfletária? sou. mas é que não me aguento! 😉
hoje, domingo 28 de agosto, às 20h, no teatro de bolso da companhia da ilusão, que fica na 510 sul, entrada pela W2, tem ‘quando o coração transborda’. e, como não poderia deixar de ser, também quero lembrar uma coisa:

todo dia era dia de índio”

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Sobre Cia. de Teatro Esquadrão da Vida

Fundado em dezembro de 1979, por Ary Pára-Raios, o Esquadrão da Vida foi pioneiro na abordagem de temas como o resgate e a valorização da cultura popular, a denúncia de exclusão de uma parte importante da sociedade dos espaços culturais tradicionais, a conscientização ecológica, dentre vários outros temas que ainda hoje ocupam os debates no mundo. Em sua linguagem, incorpora elementos expressivos das festas populares e de saltimbancos, como acrobacia, música e dança. Depois da morte de Ary Pára-Raios, em 2003, sua filha Maíra Oliveira assumiu a frente dos trabalhos de reformulação, resgate e desenvolvimento do legado da trupe que, em 2018, celebra 39 anos de existência.
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